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De volta às raízes: AMARALÊ une R&B global, Teatro Musical e ancestralidade em EP de estreia

  • há 6 horas
  • 2 min de leitura

Com direção musical de Arthur Favero e clipe de "Fantasia" recém-lançado, artista cursa uma narrativa sobre amadurecimento afetuoso em trilogia audiovisual autoral.



A música urbana brasileira ganha um novo capítulo com a chegada de AMARALÊ. Após anos lapidando sua visão artística entre o Brasil e os Estados Unidos, onde se formou em Teatro Musical, a cantora e compositora apresenta seu primeiro EP autointitulado. O projeto é um manifesto de retorno às próprias raízes, posicionando-a como uma artista atravessada por referências globais, mas profundamente conectada à sua verdade e ancestralidade.



Com uma bagagem que começou na infância cantando na igreja, AMARALÊ encontrou na música um espaço de transformação e pertencimento. Seu EP de estreia traduz o encontro entre o íntimo e o coletivo, usando o R&B, o Soul e o Pop como linguagens para explorar o amadurecimento afetivo através de três faixas que funcionam como uma narrativa linear:

  • "Fantasia": A idealização e as projeções da paixão.

  • "Deixa Eu Te Amar": A entrega a um amor real, palpável e saudável.

  • "Não Sou de Ninguém": O resgate essencial do amor-próprio e do equilíbrio emocional.


Construção Coletiva e Resistência Visual

Toda a sonoridade do EP foi desenhada de forma colaborativa. A produção musical carrega a assinatura de Arthur Favero (@oarthurzinho), que conseguiu fundir o groove e a nostalgia clássica do R&B com a ginga e os elementos contemporâneos da música brasileira.


A estética visual do projeto acompanha a força do discurso. O videoclipe de "Fantasia", lançado em seu canal do YouTube, abre uma trilogia audiovisual marcante. Criado sob o formato de "guerrilha artística" durante um único final de semana, o clipe tem direção de Stevanini (@ohstevanini) e foi realizado por uma equipe composta majoritariamente por artistas negros e profissionais independentes. O resultado é o puro reflexo da potência da arte feita no "corre" e na base da troca real.


Mais do que apresentar um punhado de músicas, AMARALÊ mostra que enxerga o R&B não apenas como gênero de catálogo, mas como estética, memória viva, cultura e pertencimento.



 
 
 

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